- Eu tinha que ter tentado fazer algo agora é tarde.
- Fazer o que?
- Sei lá, avisar a família, pensar em uma solução, era
evidente os sinais da depressão.
- Você estava longe.
- Sim, eu estava.
- E então?
- Quem quer faz, quem não quer, arruma motivo. Foi isso que
me ensinou.
- Sim, ensinei e também ensinei que certas coisas são
inevitáveis. Não aprendeu essa parte? (sorriso).
- Sou teimoso, reconheço. Fico relutante em aceitar.
- Não existe espaço para a morte. A única opção é que ela é
o destino final de todos e não há alternativas.
- Eu sei.
- Então não se culpe, ora!
- Vou tentar.
- Não, você vai deixar de se culpar.
- Ok.
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