O povo ainda comemorava feliz a façanha quando alguém se lembrou do bruxo e alguns foram até sua casa procurá-lo e o encontraram caído no chão, muito fraco e falando palavras desconexas. O colocaram em uma cama e mandaram chamar o médico com urgência. Estava febril, foi medicado e durante horas delirou falando sem ser entendido por ninguém, no final da noite não resistiu e morreu.
Foi enterrado no cemitério da cidade, quando foram escrever seu nome na lápide se deram conta que ninguém sabia qual era, ele estava tanto tempo ali e, no entanto sempre tinha sido tratado como um forasteiro. Os locais entenderam envergonhados que sempre o tinha excluído por não ser do lugar, a tal ponto que, nem seu nome eles sabiam e mesmo assim ele tinha lutado por ele e por todos.
Decidiram colocar no lugar do nome a inscrição “Bruxo” e prestar uma homenagem criando um monumento na praça local simbolizando todos os mortos naquela guerra inclusive o daquele estrangeiro desconhecido de todos.
(continua)
Decidiram colocar no lugar do nome a inscrição “Bruxo” e prestar uma homenagem criando um monumento na praça local simbolizando todos os mortos naquela guerra inclusive o daquele estrangeiro desconhecido de todos.
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