"O líder do movimento Vem Pra Rua, o engenheiro Rogerio Chequer, afirmou nesta quarta-feira (25) que os atos que o grupo planeja para áreas periféricas tanto de Sao Paulo como de outras cidades do Brasil ainda não tem datas nem locais definidos, mas estão confirmados."
Caro Rogerio e outros líderes. Ontem no Morro (complexo é termo de "turista") do Alemão teve um ato e acho que por falta de camisas da seleção ou porque vocês não estavam lá pra tirar selfies com o choque, a porrada comeu, teve gás de pimenta, tudo aquilo que não aconteceu quando fecharam a Avenida Atlântica.
Li outro dia que planeja outros atos nas "quebradas", favelas, periferias e eu gostaria de deixar a humilde sugestão: Quando a favela descer de novo por causa de uma morte (teremos outras, acredite, não foi a última, infelizmente) não precisa pensar muito, cola lá, leve cartazes, bandeiras do Brasil, pessoas uniformizadas, vale até gritar "Vai pra Cuba" e levar o Bolsonaro, se conseguir evitar o sufocamento da voz de quem só tem direito a chorar seus mortos em lugares escondidos já terá feito muito.
Se por acaso não se sentir seguro eu entendo, também não me sinto e nem me arrisco nesses atos, ao menos ensine aos favelados como fechar ruas, fazer passeata, protestar contra o governo, Estado, sem que ocorra os acontecimentos de ontem.
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