Ontem quando vi a Itália entrar em campo sorri e pensei: Já sei o enredo. Tenta ganhar no tempo normal, na prorrogação vai sorrateiramente ganhar e se não conseguir se garante nos pênaltis. Olhei pra Inglaterra e só consegui pensar em um time que a única vez que eu lembro de algo bom tinha Paul Gasgoine.
Tudo mudou com o primeiro gol da Inglaterra. E que gol. Uma batida de primeira antes dos dois primeiros minutos. Parecia uma Inglaterra diferente disposta a doutrinar a Itália e falar: Lugar de fachos é exportando para o Brasil a família para virar vagabundo político. Aqui não.
Porem a Itália colocou a bola no chão, tocou a bola, começou a jogar e a Inglaterra retrancou. Inevitável gol de empate.
Segundo tempo se eu tivesse mil reais eu apostaria na Itália. Não tinha e somente vi minha previsão dá errada e eu não perder dinheiro que não tinha. Itália tentou ganhar é claro, mas foi do jeito italiano de jogar. Um jeito resumido em um tuiter: Triste de assistir desde 1934.
Na prorrogação a Inglaterra tentou algo a mais, o técnico inglês cometeu o supremo erro de substituir duas vezes só para bater pênaltis e a Itália foi para os penais segura.
Ganhou a seleção que não esteve na final devido a um roubo, ganhou uma seleção que ao não ir para uma copa do mundo se reconstruiu (ao contrário de uma brasileira que fez vergonha no Brasil, perdeu em 2018 e ainda tem jogador fazendo papagaiada apoiando genocida em vez de sumir da seleção e ir para a pqp, o raio que o parta, chorar em outro canto) e voltou a ganhar
A mesma Itália de sempre: Triste de se ver as vezes, com brasileiros naturalizados, levando para os pênaltis, não se incomodando nenhum pouco com o sofrimento das prorrogações e sendo campeã... desde 1934 é assim.
Quanto à Inglaterra deixou de ser uma Argentina da vida. Está abaixo. Argentina ao menos se aproveita de um presidente fudido trazendo uma copa fudida, para um país fudido, com uma seleção fudida para ter um gosto especial no final do seu jejum.
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