sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Futebol


O estádio está aberto, sua entrada não é impedida e tem lugares disponíveis. O jogo começa, a empolgação é substituída por apreensão, desejo de sucesso o medo de dá tudo errado, fica a esperança de dá tudo certo no final do jogo.
Sem você pode fazer nada seu time leva um gol, o jogador adversário começa a comemorar, seus ouvidos escutam o outro lado do estádio vibrar e o que resta é a esperança do juiz anular o lance, por alguns segundos resta ainda à esperança de que não foi gol, o jogo vai continuar com o placar em 0 a 0.
Em outras ocasiões o jogo acaba os outros torcedores começam a sair e ficamos olhando o campo, imóvel sem querer acreditar no fim, esperando alguns minutos a mais para poder reverter o resultado, uma última chance de ser feliz, até aceitar que o jogo acabou, é hora de ir para a casa aceitando o resultado imutável.
Naquele banco da praça pensava nisso, se sentia como se estivesse vendo um jogo de futebol em casa ou no estádio, tentando ter a esperança de tudo não ter passado de um susto, vai ter virada, algum árbitro vai deixar acesa a esperança, terá um último cruzamento, o chute certeiro indo em direção ao gol. A razão, cruel e friamente avisou sobre o término, acabou, era hora de aceitar a derrota, o juiz apitou forte, avisando explicitamente o final do jogo, o estádio precisa fechar, é hora de ir embora.

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