O
estádio está aberto, sua entrada não é impedida e tem lugares disponíveis. O
jogo começa, a empolgação é substituída por apreensão, desejo de sucesso o medo
de dá tudo errado, fica a esperança de dá tudo certo no final do jogo.
Sem
você pode fazer nada seu time leva um gol, o jogador adversário começa a
comemorar, seus ouvidos escutam o outro lado do estádio vibrar e o que resta é
a esperança do juiz anular o lance, por alguns segundos resta ainda à esperança
de que não foi gol, o jogo vai continuar com o placar em 0 a 0.
Em
outras ocasiões o jogo acaba os outros torcedores começam a sair e ficamos olhando
o campo, imóvel sem querer acreditar no fim, esperando alguns minutos a mais
para poder reverter o resultado, uma última chance de ser feliz, até aceitar
que o jogo acabou, é hora de ir para a casa aceitando o resultado imutável.
Naquele
banco da praça pensava nisso, se sentia como se estivesse vendo um jogo de
futebol em casa ou no estádio, tentando ter a esperança de tudo não ter passado
de um susto, vai ter virada, algum árbitro vai deixar acesa a esperança, terá
um último cruzamento, o chute certeiro indo em direção ao gol. A razão, cruel e
friamente avisou sobre o término, acabou, era hora de aceitar a derrota, o juiz
apitou forte, avisando explicitamente o final do jogo, o estádio precisa
fechar, é hora de ir embora.
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