segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Senna, Schumacher e Vettel


Eu não entendo nada de fórmula 1 e há muito tempo não parava para ver uma corrida inteira igual fiz nesse domingo, os motivos para isso foram: ser a última, decisão do título e Vettel.
Não tenho capacidade para justificar o que eu penso a respeito desse alemão com argumentos mas, direi mesmo assim, é um piloto genial e seus três títulos com a idade que tem faz eu me perguntar onde ele vai parar.
Li em algum lugar que a aposentadoria do Shunacher encerra de vez o que se pode chamar de “era Senna” e concordo e muito com isso, mas não vi isso na internet quando os jornalistas comentavam essa grande temporada, pelo contrário, não analisavam o feito do Vettel e o que poderá fazer e sim preocupavam-se em compara-lo de alguma forma com o Senna, tantos anos depois e ainda não conseguimos tanto os torcedores dele quanto os que não são, virar a página, continuamos de alguma forma ressuscitando esse piloto a cada corrida, comparando-o, relembrando, provocando discussões, tentando reduzir ou aumentar a passagem do piloto brasileiro pela categoria máxima do automobilismo mundial
Eu não discuto o Senna porque ele para mim é indiscutível. Acho chatíssima  a discussão se ele foi ou não o melhor do mundo, o porque ele ser tão lembrado, e todas aquelas teorias brasileiras comuns e idiotas e por isso o interessante para mim é a comparação com o alemão de ontem, agora já aposentado, e o alemão de hoje começando a sua carreira já com três títulos mundiais, mas, sabe-se lá porque, eu desconfio de alguns motivos, continuamos apegados a um passado, a um mito, o que é uma pena.
Torço muito para ver o Sebastian Vettel ganhar o mais rápido possível mais dois mundiais, fazer história e se mostrar tão genial quanto eu penso que ele seja, partindo para a quebra de todas as marcas existentes. Quem sabe assim, deixaremos a alma do meu único ídolo em paz.

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