2.1) As pessoa tem certeza que foram os traficantes. Se calam.
2.2) As pessoas acham que foram os policiais. Descem para a pista.
3) Não repercute. A polícia diz que era traficante. Ninguém se importa com a verdade.
3.2) Repercute e a dúvida principal é se foi realmente a polícia. O fato da polícia ser uma suspeita em potencial é deixado de lado.
3.3) Repercute por algum motivo. Oportunistas rapidamente tomam a causa para si (ongs, políticos, manifestantes) enquanto o morto começa a passar por um processo de criminalização.
4) O morto deixa de ser vítima e passa a ter sua vida pregressa vasculhada em uma busca desesperada que possa incrimina-lo.
4.1) O morto vira bandeira de quem está pouco se importando com a favela e favelados mas viu uma boa oportunidade de atacar o governo, a copa do mundo, as eleições, etc
5) Se a busca obtém sucesso já não importa a morte. O objetivo é de todas as formas justificar a ação da polícia ou colocar em dúvida se foi realmente a mesma que matou.
6) A família enterra o seu morto. Se foi uma morte que gerou comoção, consegue uma indenização do Estado, talvez uma investigação que aponte e puna os culpados. Se não gerar comoção, quem se importa? É só mais um.
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